
Não é muito consciente o recrutamento que fazemos… quem aparece vai-se aceitando e a “coisa” vai sobrevivendo. Quando a situação fica incontornável, então procura-se activamente “alguém”. Ficar incontornável normalmente significa que a secção ou o agrupamento está em risco de fechar por falta de apoio adulto. Há também o caso de até haver potenciais adultos cheios de capacidade para desempenharem a função e missão... mas ninguém ousar “chegar à frente” (como tem acontecido em estruturas regionais). E acontece apercebermo-nos de repente que temos gente com perfis que não se adequam às funções e não sabemos como aquelas situações surgiram.
Se existe fruto de reflexão em matéria de pensar em recrutar (como é exemplo a Política Nacional de Recursos Adultos aprovada em 2002), a prática nos agrupamentos ou mesmo a nível das estruturas regionais e nacionais é bem ausente de qualquer estratégia nesta matéria.
Julgo que o recrutamento não pode ser uma solução de fim de linha mas devemos assumi-lo como um pulsar de vida, uma oportunidade de crescer, de procurar novas ideias ou energias, de rodar cargos, de ajudar a amadurecer a capacidade de encaixarmos outros ou de nos adaptarmos a outras situações. Pensar em recrutamento deve ser uma preocupação cíclica. Um recrutamento mais consciente pode ser a garantia de que o agrupamento, núcleo ou região funciona e que não funciona só para o presente imediato, mas que garante a continuidade futura.
Se existe fruto de reflexão em matéria de pensar em recrutar (como é exemplo a Política Nacional de Recursos Adultos aprovada em 2002), a prática nos agrupamentos ou mesmo a nível das estruturas regionais e nacionais é bem ausente de qualquer estratégia nesta matéria.
Julgo que o recrutamento não pode ser uma solução de fim de linha mas devemos assumi-lo como um pulsar de vida, uma oportunidade de crescer, de procurar novas ideias ou energias, de rodar cargos, de ajudar a amadurecer a capacidade de encaixarmos outros ou de nos adaptarmos a outras situações. Pensar em recrutamento deve ser uma preocupação cíclica. Um recrutamento mais consciente pode ser a garantia de que o agrupamento, núcleo ou região funciona e que não funciona só para o presente imediato, mas que garante a continuidade futura.

4 comentários:
Sim, por vezes o recrutamento de adultos não será feito com muita consciencia, mas tudo depende de Região para Região. Numa Região como a nossa, onde além de sermos poucos os Escuteiros, também são poucos os habitantes e poucos os potenciais Dirigentes, daí termos, por ventura, de recrutar adultos para evitar que os poucos Escuteiros que temos não fiquem á deriva, apesar de reconhecer que não será a melhor solução, mas mantendo sempre a esperança de que esses Dirigwentes possam chegar aquilo que pretendemos.
Uma Canhota
Concordo com o comentario inserido.
É necessario saber que na Região de Bragança, quem faz a pesquisa e "recruta" os candidatos são os Agrupamnetos. Depois o D.Regional de Formaçõa num periodo pequeno "trabalho" esses adultos paraq ue efectivamente se sintam parte activa do Movimneto escutista . Em 15 de Formação nunca , ate hoje tivemos qualquer"problema com este candidatos.
já li isto nalgum lado... em www.derivas.org?
Gostei bastante desta iniciativa, e a referência às autorias só credibiliza o projecto.
sim caro anónimo. já fiz referência várias vezes a essa página. Tem muito interesse a maior parte dos textos. e penso que é bom que sejam partilhados. canhota
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